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​Empresas do PR fazem inovação tecnológica e dão virada no negócio

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14 Mar 2022

03/06/2012 07h35 - Atualizado em 03/06/2012 07h35

Em Curitiba, empresas participam de programa do Sebrae.

Retorno de investimento é visto na competitividade.

As peças são produzidas para os setores de segurança e automotivo. E o investimento do empresário deu certo. Com o novo processo, agilizou a produção em cerca de 30%. Ele produz em média 150 mil peças por mês. O faturamento chega a R$ 180 mil mensais.

A nova máquina aumenta a qualidade dos produtos e diminui o desperdício. Ela acelera as linhas de montagens e produção.

“O custo em função disso diminuiu uma média de 22% a 28%. Essa diminuição a gente está repassando para os nossos clientes praticamente 50% da redução. Isso está fazendo com que a gente tenha mais clientes e estamos conseguindo superar a concorrência internacional”, diz Ademir.

O empresário vende para vários estados e até para o exterior. Hoje, a empresa ocupa uma área de 300 metros quadrados e tem 10 funcionários.

“O Sebrae acompanha todo o projeto, do início ao fim, tem um consultor do Sebrae que vai acompanhar. Então ele se sente muito mais seguro para investir nos projetos de inovação e tecnologia. (...) E Inovação é para pequena empresa também”, diz Ilka Toyomoto, do Sebrae de Curitiba.

Cegonhas

Outra empresa de Curitiba fabrica carrocerias para transporte de carros: as conhecidas cegonhas. O empresário Célio José Bergamasco começou o trabalho em 2010, com investimento de R$ 100 mil.

Para crescer, Bergamasco também participou do programa Sebraetec e implantou um processo de modernização e inovação. O Sebrae apoiou as mudanças e subsidiou 20% dos serviços tecnológicos.

“O Sebrae veio, deu uma orientada, deu um treinamento para o nosso pessoal, de acabamento de solda, entre respingo, pintura, galvanização, e com isso nosso cliente começou a ver nossos produtos com bons acabamentos. E nós acabamos fazendo umas boas vendas de produtos por causa do acabamento do produto”, afirma Bergamasco.

O crescimento foi surpreendente. No primeiro ano, o faturamento foi de 2 milhões. O sucesso está no material utilizado pela empresa. No lugar de aço, o empresário utiliza uma placa de zinco acoplada. Com isso, a cegonha fica mais leve, com 800 quilos. E o preço do produto também diminui. Enquanto uma cegonha comum custa R$ 200 mil, na empresa sai entre R$ 120 e R$ 160 mil .

Hoje o empresário produz cerca de 10 cegonhas por mês. Mais de 90% do que é vendido vão para o principal comprador: a cidade de São Paulo.

Com 48 funcionários, o crescimento da empresa segue acelerado. Hoje, ocupa uma área de 2.200 metros quadrados e já investe na construção de um prédio próprio. A expectativa de faturamento para este ano é de R$ 12 milhões.

“A partir do momento que ele começa a investir em inovação e tecnologia, ele começa a ver o retorno disso efetivamente na competitividade dos negócios, nas melhorias de processo, na qualidade de produto, na redução de custos”, diz Toyomoto.

Fonte: G1 Globo - Ver matéria no site

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Última Modificação: 14 March, 2022

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